quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

ENCERRAMENTO DO ANO LETIVO DE 2013

         Na manhã deste dia 18 de dezembro de 2013, o encerramento letivo, na Escola Valentim Bastianello, aconteceu com a realização da segunda edição do Soletrando, organizado pelas professoras Marília e Noemi. 
          Dois finalistas de cada ano participaram da final. Foi uma disputa acirrada que se prolongou por toda a manhã, o demonstrou que os alunos se prepararam e não estavam para brincadeiras. O segundo lugar foi conquistado pelo aluno Igor Cordeiro Peres, da turma 82, e o primeiro lugar ficou para a aluna Valeria da Silva, do 7º A.  Parabéns aos dois finalistas.
          Além disso, nos intervalos, a comunidade escolar foi presenteada com uma bela apresentação musical a cargo dos professores Maria do Carmo e Juliano.
          Assim, toda a comunidade escolar está de parabéns: alunos, funcionários, professores e direção.
        Boas férias a todos, que este Natal seja de luz e amor fraternal, e o ano de 2014 traga bálsamos de energias tranquilizadoras e muita prosperidade!!!

Profª Noemi.

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Como seria viver no passado.


         Era uma época muito humilde, com muito respeito, porque não havia pessoas para se acharem melhor do que a outra. Todo mundo era bem educado.
         Imagine ter oito filhos! Meu pai Romeu e minha mãe tinham. Se hoje têm casais que nem pretendem ter filhos ou nem tiveram.
Romeu plantava arroz em uma lavoura grande, era longe de sua casa, uma casa bem simples para viver uma família, mas ao mesmo tempo era aconchegante e misteriosa.
           Bem, vamos voltar para lavoura? Ela era grande, com bastante adubo, bastante água e cristalina, com sapinhos recém-nascidos de seus ovos, branquinhos.
          Ao voltar para casa, depois de um dia plantando com arado de boi, meu pai descalço ia com os bois na frente e eu meus irmãos iam brincado de pega-pega ou até mesmo quem alcançava primeiro o pai e os bois... Em casa, minha mãe esperava com a roupa de cada um pronta para ir tomar banho. Fazendo uma polenta maravilhosa, com um mexido tão bom como arroz e feijão.
         Certo dia, meu pai e meu tio iam lavar uma carga de arroz, com carreta de boi, eu fui junto na viagem; uma viagem bem legal e divertida. Meu pai e meu iam contando piada, cantando músicas e histórias antigas.
         Depois de quase um dia inteiro, chegamos à estação de trem. Com muita gente de todo a lado, de todo o município: crianças, adolescente, homens, mulheres, idosos de todos os tipos, cores, tamanhos, pessoas desembarcando, trabalhadores partindo, pessoas com bagagem grandes pequenas, com diversas cores.
          E na volta foi até mais divertido, porque não tinha o arroz e dava para ir em pé, dançando e sentando quando quisesse. Nós sabíamos que quanto chegaríamos em casa, iríamos encontrar nossos parentes ansiosos, pela nossa chegada, com uma mesa farta de gostosuras. Bolos e chás, um mais gostoso que o outro! Chegando, fui direto às gostosuras!


Nome: Leticia M. Saidelles. Foggiato













Os tempos mudaram


        A comunicação com as pessoas ou com outros seres me fascina! Saber que é possível me comunicar com as pessoas do outro lado da cidade, estado ou país, do meio de uma mata, de uma ilha deserta, cavernas, do lugar que eu quiser, em questão de segundos, minutos. Realmente é maravilhoso!!!
        Hoje em dia, nós conseguimos esclarecer nossas duvidas muito mais facilmente do que antes. É sempre bom ler todos os tipos de livros: românticos, de ação, religiosos, entre outros. Mas os jovens de hoje só querem saber mesmo é de internet, almoçar e estar conectado ao mesmo tempo, jantar e continuar “mexendo” na tal internet. Os jovens vão dormir sempre mais tarde por causa dela, na maioria das vezes.
        Atualmente, é muito raro ver os jovens indo à biblioteca, estudar, ler livros, tirar suas dúvidas com eles. Agora é só ter um computador, notebook, tablet ou celular. O celular, um objeto que foi criado há um bom tempo para servir de comunicação. Em ligação e torpedos SMS. Agora, só passam na internet, facebook, twitter, ask, gmail, skaype, entre outros.
        A vida desses milhões de jovens já não existe no mundo real, é só no virtual! Se perguntarmos a eles, como fariam para se comunicar, nos anos 40 e 50, será que eles sabem que antigamente usavam códigos, telegramas, cartas? Será que eles saberiam viver sem a sua internet?
        Não estou querendo dizer que a internet é coisa do “diabo”, só quero dizer para os jovens aproveitarem a vida que têm, aqui, no mundo real, porque um dia eles vão se tocar e perceber que ela é uma só e não vai esperar que fiquem offline para vivê-la!


Caren – turma 82

Uma Pelada no Domingo.




    Domingo à tarde, nada há fazer, tarefas de casa, feitas e as da escola também.
Fone no ouvido, atirada no sofá eu e minha irmã, jogando tempo fora, papai trabalhando, mamãe na vizinha, maninho, na festinha da escola.
    Nada me tira a preguiça e o tédio; ligo a TV e não encontro nada que tenha me enteressado ou chamado a minha atenção, ligo o rádio, nada me agrada.
    Olho pela janela, procuro algo interessante, avisto meus amigos, eles me olham e me chamam, minha primeira reação é dizer que não, um deles se aproxima e me chama novamente para jogar uma pelada com o pessoal lá no campinho, peço para ele ir pedir à minha mãe, ele voltou e disse “que beleza”!
     Chegamos no campinho na maior animação, até lembrarmos da bola, ninguém tinha levado, um de nós teria que ir buscar; afinal, sem bola não há jogo, tive que voltar para casa de novo para buscá-la.
    Voltando ao campo, o pessoal estava desanimado, mas foi só eu voltar com a bola qe a coisa já mudou. Todos se animaram, e fomos jogar uma pelada no domingo...

Nome: Sara Diane Silbershlach dos Santos
Turma: 81

Aqui mora eu.






    Aqui mora eu, Maria Gonçalves, há 21 anos nessa linda casa que eu construí, com a companhia somente das minhas ideias. Moro distante de meus vizinhos, fico sozinha a maioria do tempo, mas Deus está sempre no meu lado.


    Vivo no interior de uma pequena cidade, de poucos habitantes, aqui não tem muita diversão como shopping, parque e amigos.


Nunca estudei e fui à escola, mas me esforcei bastante para aprender o que era preciso para ter uma boa vida.


    Uma vez também fui casada, há muito tempo atrás, quando era novinha, fui casada por 23 anos, mas aí não deu certo e me separei, não cheguei a ter filhos, pois é muita responsabilidade pra mim, e morando no interior seria ainda pior.


    Sempre vivi num modo bem simples, um lugar sem muito luxo, mas sempre gostei assim, minha casa é simples, com um quarto, cozinha, banheiro e nada mais.


    Mas o importante mesmo é a natureza, em que vivo com grandes árvores, muito verde, com deliciosas frutas na para se alimentar.


    É assim que vivo até hoje, com pouco luxo, mas muito feliz...





Nome:Marrone Dias Flores


Turma:81


Data:29/11/13
“NOS FORAM DADAS DUAS PERNAS PARA ANDAR, DUAS MÃOS PARA SEGURAR, DOIS OUVIDOS PARA OUVIR, DOIS OLHOS PARA VER... MAS, POR QUE UM SÓ CORAÇÃO? PORQUE O OUTRO FOI DADO A ALGUÉM PARA NOS ENCONTRAR”. (Mário Quintana) 

             Com este bonito poema, foi dado início ao Recital de Poesias da Escola MEF Valentim Bastianello, organizado pelas professoras Marília e Noemi e com a participação dos alunos, anos finais. Assim, no dia 05 de agosto de 2013, em nossa Escola Valentim Bastianello, tivemos o Recital de Poesias, onde os alunos, professores e funcionários puderam declamar algum poema ou alguma mensagem. Vários alunos declamaram poesias, entre eles estavam: Vitória Bassotto, da turma 81, com a poesia Recomeçar, de Carlos Drummond de Andrade e também a poesia Moça de Campanha, de Dimas Costa; Tatiele Silva e Júlia Parcianello, da turma 81, com a poesia Amor Antigo, de Carlos Drummond de Andrade; Ana Paula e Sara com a poesia Suspiros, de Armando Pereira Mendonça. Carem Brito e Autiele Pinheiro, da turma 82, com a poesia Aula de Leitura, de Ricardo Azevedo; Mailler Pereira, da turma 82, com a poesia Amar, de Armando Mendonça e Autiele, da turma 82, com a poesia de sua autoria: Assim é a Vida. Também foram chamados os alunos da turma 7º ano B para fazer sua apresentação, eles são: - Gustavo - Poesia Canção do Exílio - Felipe - Buraco Negro - Talia - O Soldado foi a guerra - Joseane - Fidelidade - Alex Junior - Crepúsculo - Henrique - Olhos Azuis - Bruna – Soneto de Fidelidade - Profª Marília – Lua Adversa - Aline – O amor mais que perfeito - Vinícius – O lobo e o cão Os alunos dos 7ºs anos A e B e do 8º ano apresentaram a dança Menina linda e seu olhar. Outros participantes fizeram uma brilhante apresentação com músicas, alguns deles foram: professora Maria do Carmo e professor Juliano, com as canções Tocando em frente, de Almir Sater e Palpite, de Vanessa Rangel; os alunos Luana Silva da turma; Vitória Mortari do 8º; entre outros. Já os alunos do 8º ano cantaram a música Debaixo dos caracóis dos teus cabelos. Vários alunos do 6º ano declamaram poesias de autores, como: Cecília Meirelles, Ulisses Tavares, Ruth Rocha, Sidônio Muralha, entre outros. Os alunos do 7° ano B, Jonatas, Brenda, Elizandro, Jonas, Samuel, João Paulo e Pedro declamaram a poesia Trem de Ferro, de Manuel Bandeira. Também, os seguintes alunos apresentaram-se: - Elizandro – Poesia As Meninas - Anderson – Mistério de Amor - Mateus – Cavalinho Branco - Pedro – Poesia Madrigal - Tiago – Poesia Silenciosa - Ingridi – Poesia Vocabulário e Poesia para Variar - João Paulo – Poesia Estrela E, assim, foram realizadas muitas apresentações durante o Recital de Poesias, coroando-o com muito brilhantismo!!! Escrito pela aluna Tatiele Silva - Turma 81.

O QUERO-QUERO

        Um certo dia, plantando uma lavoura de soja, observei um ninho de pássaros chamado quero-quero. Parei e começei a olhar e observar como seria a vida daqueles bichinhos: um casal com seus filhotes. 
       Um animal que é a lenda do Rio Grande do Sul. Então, onde cruzei com a plantadeira estava um deles pegando uma minhoca para levar aos seu filhotes, enquanto o outro estava cuidando dos filhos.
      Eles são bichos que têm uma espécie de 'ferrão' na ponta da asa para se defender e defender seu ninho ou seus filhotes.
       Depois de olhar por um bom tempo, vi que a vidas deles é muito interessante.
      Peguei o trator e continuei a plantar o sorja, e cada vez que eu cruzava por lá, eles cantavam e anunciavam que eu estava cruzando.

Nome: Mateus
Turma: 81
Data: 27/11/13