segunda-feira, 26 de maio de 2014

             Pessoas diferentes convivendo harmoniosamente
                       
         Sobre epilepsia, todos ou quase todos já devem ter ouvido a  respeito do assunto, que é uma alteração nos cérebro. Essa crise epilética pode se manifestar de diferentes maneiras, como:  pancada forte na cabeça, uma infecção (meningite), ovos de solitária no cérebro ou algo que ocorre antes ou durante o parto.
        Nesse tipo de crise, a pessoa epilética pode cair no chão, apresentar contrações musculares, mordedura na língua, além de outros  sintomas.
        Há pessoas que não têm o conhecimento da doença, por isso quando veem uma pessoa epilética ficam sem reação e com medo até.
        Algumas pessoas convivem com pessoas com epilepsia, porque cuidam de homens, mulheres, crianças epiléticas ou estudam sobre isso.
        Para melhor conviver é necessário que as pessoas saibam um pouco sobre isso para que as pessoas epiléticas não fiquem excluídas da sociedades.                                                                                                                                      
Turma: 9ºano
Data: 28/04

Nome: Leandro Lourenço, Gilnei Silva
Disciplina: língua portuguesa
Professora: Noemi Lenz

sexta-feira, 23 de maio de 2014

A  velha tapera    



            A noite cai, se não fosse pelo barulho dos grilos, estaria tudo muito calmo. Estou voltando para casa, hoje me atrasei pois parei na venda do seu Maneco para comprar pão, e escutar as suas histórias de assombrar, mas não demorei muito, pois moro meio longe da cidade e tenho de cruzar em uma tapera que falam ser assombrada.
         Dizem que muitos anos atrás, uma mulher morava perto deste lugar. Ela havia se enforcado na árvore que fica bem ao lado da estrada. Já era meia noite quando aproximei-me da entrada da tapera. Como não havia outro caminho, e eu já estava muito atrasado, comecei a caminhar a passos rápidos. Tentava evitar lembrar do que havia acontecido ali, rezei tudo o que sabia. Já estava na metade do caminho quando ouço um grito que me gelou a espinha.
          Olho em direção à árvore que está no final do caminho e vejo que ha uma mulher pendendo a cerca de dois metros do chão presa a uma corda. A única coisa que consegui fazer foi dar meia volta e correr o mais rápido  que pude. Só parei quando avistei a venda do seu Maneco; não conseguia falar, passei a noite lá, só no  outro dia, depois do sol estar bem alto no céu, consegui ir para casa. Ainda hoje, quando deito para dormir, ouço o terrível grito daquela mulher.  
       

Nome: Edil Teixeira
Data: 28/04/14
Turma: 9º Ano

 Professora: Noemi Lenz
                                           Ninguém está  preparado...

       A doença que afeta o narrador do conto (Piquenique, de autoria de Moacyr scliar) e outras pessoas, de modo geral, é um conjunto comum  e diversificado de desordens neurológicas caracterizadas por descargas elétricas anormais dos neurônios, as quais podem geral convulsões. Doença essa que se chama epilepsia.
         No caso do conto em questão, as pessoas têm medo, ficam assustadas, se afastam sem prestar socorro. Isso talvez aconteça no conto porque as pessoas não sabem exatamente o que é aquilo – a epilepsia -, mas na realidade isso também acontece, ao contrário do conto, as pessoas têm preconceito.
         Eu acho que ninguém está preparado para conviver com alguém que tenha alguma doença, mas acho também que as pessoas deveriam tentar se aproximar daquelas que têm algum problema. Nós só fazemos isso porque temos preconceito até com gente que não tem nenhuma doença.

Nome: Catiússa Cardoso dos Santos
Disciplina: Português
Turma: 9º ano

Data: 28/04/14
Além da “normalidade”...
        
         Hoje, temos no planeta muitas “diferenças”. Não podemos esquecer, todavia,  que, nós seres humanos, somos constituídos de forma igual, possuímos os mesmos direitos e deveres, mas de certa forma, também temos nossas divergências. Cada um tem seu pensamento, sua característica individual, seus problemas, seu corpo... daí me pergunto, será que essas “diferenças” que temos podem fazer com que nós   dividamo-nos em “normais” e “anormais”?
         Exemplos disso são as doenças neurológicas, uma dessas, em especial, é a epilepsia, a mesma é a designação genérica de uma série de afecções nervosas, de diversa etiologia, e que tem em comum, um sintoma característico: crises convulsivas mais ou menos generalizadas. Esta desordem neurológica grave afeta cerca de 60 milhões de pessoas em todo o mundo. Um grande exemplo de pessoa atingida por essa desordem  foi Vincent Van Gogh (30/03/1853 – 29/06/1890) pintor holandês, considerado um dos principais representantes da pintura mundial. Sofria convulsões, provavelmente causadas por epilepsia do lobo temporal.
         Outros exemplos de doenças neurológicas são: alzheimer; esclerose múltipla; esclerose lateral amiotrófica; hidrocefalia; doença de Parkinson; transtorno de déficit de atenção e hiperatividade em adultos.
         Voltando à epilepsia, quando alguém presencia alguma convulsão, a atitude é geralmente preconceituosa, até mesmo pela falta de entendimento sobre esse assunto. Ao meu redor, tenho uma pessoa com um “problema” neurológico.
         Acho que não estamos totalmente preparados para lidar com esse tipo de situação, por falta de conhecimento sobre esse assunto e pelos 'pré conceitos'. Porém, para que essas pessoas não se sintam tão excluídas, devemos integrá-las ao convívio com os outros, isso pode ser feito lentamente, tratando-as como as outras pessoas, mas claro, com uma atenção mais focada a elas, colocando-às em escolas, mas principalmente, tratando-as com muito respeito e entendendo suas dificuldades, até que elas se integrem totalmente.
        
Nome: Thalía Endler Toaldo
Disciplina: Língua Portuguesa
Turma: 9º ano
Data: 28/04/14

Professora: Noemi Lenz
O destino...
        
         E ela estava lá, sentada, carregando seu sofrimento, pensando, “o que há além do horizonte?”...
         Cada um com seus problemas e ela com sua solidão, falta de amor familiar, já que durante seu parto sua mãe faleceu, e seu pai como não tinha condições financeiras, com muita dor a deixou em um orfanato. Ela cresceu, se tornou uma moça, criou certa maturidade, mas na sua mente, no seu coração havia perguntas, “quem foi meu pai?”, “porque me abandonou?”, “foi falta de amor?”, “tenho que achar o meu caminho”.
         Durante anos e anos, ela sentiu falta, falta... num certo dia, como era curiosa fugiu do orfanato, causou espanto as diretoras e membros do lar, já que era uma pessoa calma, doce. Fugiu, de tanto caminhar e caminhar, encontrou o horizonte no mar, viu os barcos, ela só tinha o nome do pai José Luis Silva, e a rua onde morava. Viu em um barco o capitão dizer, “destino: vale dos ventos”, olhou no papel e viu que era o mesmo lugar onde o pai morava, tentou muito, até que conseguiu embarcar. A viagem foi ótima, tudo ocorreu bem, e quando chegou ao destino viu um homem na rua, um mendigo, ficou assutada, pois no lar era tudo lindo, maravilhoso. Ela ainda não tinha visto a pobresa, nem chegou perto. Caminhou muito, novamente até que chegou em uma placa, nela estava escrito “rua: Almiro de Freitas”, olhou no papel novamente e pensou “é a rua do meu pai”; colocou um sorriso no rosto e seguiu.
         Estava chegando, olhou, casas: “345, 346, 347”, a do seu pai era 380, seguiu... quando avistou, percebeu, “estou finalmente chegando ao destino”. Bateu na porta, uma mulher abriu, a menina a comprimentou e perguntou, “aqui mora o senhor José Luis Silva?” A mulher lhe respondeu que não, ele já havia saído dali, e lhe revelou que ele havia se tornado mendingo. Nesse momento, veio à memória da menina o momento que tinha visto aquele mendigo, logo que ela havia decido do barco. Dali ela tirou uma lição, percebeu que às vezes por ver a aparência de uma pessoa não mostra o que ela é realmente, e que aquele “pré-conceito” dela, acabou sendo o destino dela.

Nome: Thalía Endler Toaldo
Turma: 9º ano
Data: 08/ 05/ 2014
Disciplina: língua portuguesa

Professora: Noemi Lenz

segunda-feira, 12 de maio de 2014

A arte da convivência



       A epilepsia é uma doença considerada idiopática, o que significa que a causa não pode ser identificada. Essas convulsões geralmente começam entre os 5 e 20 anos, mas podem acontecer em qualquer idade. As pessoas com essa doença não têm outros problemas neurológicos, mas, às vezes, têm um histórico familiar de convulsões ou epilepsia. Assim, predominam as crises convulsivas.
      No conto lido, em aula, Piquenique, de Moacyr Scliar, as pessoas temiam se contaminar com a baba do narrador do texto e achavam que ele não era capaz de realizar qualquer tipo de atividade. Assim, ele sentia-se rejeitado por todos. Também, possuía algum tipo de dom: podia ver o futuro, isto talvez mantinha as pessoas mais afastadas dele.
     Eu acho que, entre nós, há muito preconceito com as pessoas que têm alguma dificuldade tanto física quanto mental. Nós não damos atenção a estas pessoas, pensamos que elas não são capazes de realizar nenhum tipo de trabalho.
     Quem acha que porque a pessoa não tem problema ela é melhor, pode estar muito errado, porque “quem vê cara não vê coração”. Por isso não devemos julgar as pessoas pela beleza, mas sim, pelo caráter. Devemos tentar não diferenciar aparência e as coisas que elas falam, mas pelo que fazem. Nós devemos dar mais oportunidades a elas, e não devemos duvidar da capacidade destas pessoas em realizar quaisquer tipos de trabalho.


Nome: Edil Teixeira
Turma: 9º Ano

sexta-feira, 9 de maio de 2014

Não somos iguais!


     As pessoas que rodeavam o narrador do texto Piquenique, do autor Moacyr Scliar, reagiam com medo, nojo, pavor de se contaminarem com a doença, que era a epilepsia, através de sua baba viscosa, pois não sabiam nada a respeito da doença e começavam a ter seus pré-conceitos sobre aquilo.
         A epilepsia é uma alteração temporária e reversível do funcionamento do cérebro que causa crises convulsivas e pode ser causada por uma lesão no cérebro, decorrente de uma forte pancada na cabeça, uma infecção (meningite, por exemplo), neurocisticercose ("ovos de solitária" no cérebro), abuso de bebidas alcoólicas, de drogas.                                                             Assim como o narrador, há pessoas que também convivem entre nós com outros diversos tipos de necessidades especias e há, também, pessoas desinformadas que não sabem a respeito de algumas diferenças que todos temos; assim, se consideram melhores que todos e julgam, criticam, achando que essa pessoa é incapaz de fazer o que as "pessoas normais" fazem.
        Mas, de que adianta não ter problemas físicos se, em muitos casos, de caráter somos deficientes?...
Nome: Odivan da Costa
Disciplina: Portugês
Turma: 9° ano
Data: 28.04.2014